26 de abr de 2009

O Vídeo Enquanto Tecnologia Educacional


O vídeo é um dos melhores recursos pedagógicos. Há vídeos especificamente com conteúdos educacionais, voltados para o processo ensino-aprendizagem, de entretenimento, jogos e musicas, documentários, científicos, com conteúdos não recomendáveis aos propósitos educacionais, etc. No entanto, qualquer um pode ser educativo, tudo depende do propósito e da interpretação que se faz do mesmo, assim como da responsabilidade de quem faz uso do mesmo.


Através do vídeo, podemos fazer viagens impressionantes e impossíveis como: conhecer o corpo humano por dentro, o planetário, os vulcões, as idéias de outras pessoas, conhecer lugares e outras culturas, o mundo inteiro e consequentemente entender conceitos mais rapidamente além de ficar mais entusiasmados com o que estamos aprendendo, por que é possível fazer ligações do conteúdo apreendido em nosso ambiente com o mundo exterior.


Como recurso pedagógico é uma ferramenta excepcional, por que desperta o interesse dos alunos, provoca discussões, serve como ponto de partida para ilustrar um conteúdo difícil de ser trabalhado, complementa conteúdos, e possibilita colocar a todos, professores e alunos em situações desafiadoras de observação, análise e reflexão, estimulando a participação e o posicionamento crítico em relação aos temas abordados. Tudo isso é possível no processo de ensino-aprendizagem, se trabalhado dentro de um contexto apropriado, de forma criativa e planejada.


Apesar de estar comprovado que os vídeos facilitam o processo de ensino-aprendizagem, de estarem em muitos meios, na escola, inseridos nos softwares educacionais e na web, eles não são sucesso na sala de aula, seu uso é bastante limitado por várias razões entre as quais podemos destacar as salas de aulas desconfortáveis e superlotadas, a falta de tempo dos professores para estudar e analisar, a falta de domínio tecnológico, o comodismo e principalmente falta de ousadia para quebrar velhos paradigmas.


O vídeo é resultado de um trabalho para ser compartilhado. Por isso a escola não deve ficar apenas de expectadora ou consumidora de vídeos. Hoje com os recursos áudios-visuais disponíveis na escola e com os softwares gratuitos disponibilizados na web, temos possibilidades de produzir, editar e publicar, contribuindo para o engrandecimento da teia de informações e disseminação de nossa cultura. Documentar eventos, registrar experiências, mostrar trabalhos realizados pelos alunos, são algumas das possibilidades para a escola produzir seus próprios vídeos. O que deve ser importante não é o uso do vídeo como um fim, mas como meio, visando a melhoria da aprendizagem e a formação cidadã do aluno.



24 de abr de 2009

Telefonia celular chega em Jardim

Finalmente a tecnologia celular chegou aqui.

O primeiro celular lançado no Brasil foi pela TELERJ, na cidade do Rio de Janeiro em 1990, seguida da cidade de Salvador[2]. Fonte Wikipedia
Em Jardim ele chegou hoje (23 de abril de 2009) Foi uma festa para a população jardinense. Veja as imagens abaixo que falam mais do que mil palavras.



Twitter

Comunidade Twitter


Twitter é uma plataforma de interatividade, que reúne pessoas desconhecidas. Essas pessoas fazem atualizações constantes do que estão fazendo ou do que elas querem que outras prestem atenção em blogs ou sites. Assim umas vão seguindo as outras, formando uma grande rede de interatividade, aquisição e produção de conhecimentos.


No Twitter os flashes do estamos fazendo e queremos mostrar são exibidos em tempo real e são enviados a outros usuários, que tenham assinado o serviço para recebe-los.


Estou descobrindo o Twitter agora e é assim que o vejo.

10 de abr de 2009

Festa dos Karetas



“A Festa dos Karetas está incorporada às tradições de Jardim e mostra o sincretismo que é a nossa cultura. Organizada pela Associação Cultural dos Caretas de Jardim, fundada na década de 80, e oficializada no dia 08 de agosto de 1994, reúne três elementos da tradição popular: os caretas, o roubo durante a Semana Santa e a malhação do Judas”.


“A Festa dos Caretas se tornou um evento tradicional e ocorre durante toda a Semana Santa e se caracteriza por mostrar personagens mascarados, vestidos de forma diferente, com chocalhos na cintura e animando a cidade, e o maior destaque é a figura do Judas, que desde 19 é confeccionado pelo escultor e artista plástico Luis Lemos que fica com a responsabilidade de fazer um Judas excêntrico e urbano atendendo aos novos requisitos da festa que é inseri-la dentro do contexto social atual, fazendo do “Major” uma representação satirizada de algum político que esteja em evidência nacional pela corrupção que pode ser associado à figura do traidor Judas Iscariotes. “


“ É um movimento que tem atraído a atenção de sociólogos, antropólogos e vários folcloristas nordestinos na época da Semana Santa, já que os Caretas profanos se misturam as atividades sagradas da Semana Santa”. (recortes de jornais)


Caretas e Malhação do Judas, não é exclusividade folclórica de Jardim, mas de toda região caririense. No entanto em Jardim ela acontece diferente, as pessoas participam mais, e sempre se procura dar um sentido social a mesma, tão necessário nos dias atuais.


Apesar do tema: “Salve o nosso Folclore”, que não deixa de ser um alerta para a sociedade jardinense que pouco a pouco ver muitas de suas manifestações folclóricas se perdendo no tempo e nada faz para regata-las, a Festa dos Karetas, entrou em contradição com as referências que os estudiosos fazem da mesma e da sua inserção no contexto social atual. Não malhou nenhum pedófilo, político ou outra figura em evidência pela agressão social. Mas uma simples figura que representava um homem conhecido apenas pela comissão e não pela sociedade em geral, visto que, a cidade cresceu, a população aumentou e as gerações são outras.


Neste sentido a Festa dos Karetas volta a sua origem primitiva, onde a “brincadeira dos caretas e a malhação do espantalho, hoje denominado Judas, comemorava o final da colheita pelos agricultores e era apenas entretenimento”. (segundo o historiador jardinense Luiz Ferreira Gorgônio)



Apesar do pequeno deslize a festa foi bem tranqüila. Começou no início da Semana Santa e só acabou na tarde do Domingo de Páscoa, com a derrubada do Judas, a algazarra da malhação e leitura do famoso testamento, onde o Judas deixou de herança, bens materiais, valores e contra-valores para a sociedade jardinense.


A Semana Santa em Jardim é assim: um encontro do que é sagrado e do que é profano, de um lado as manifestações religiosos que celebram a morte e a ressurreição de Jesus, de outro lado os “Karetas” com suas caretas artesanais, criativas, feias e grotescas que celebram a farra da morte do traidor Judas Iscariotes.



Reportagem sobre a Festa dos Karetas no Educarede



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